Carnaval III – Bloco do Boitatá
Achei o maior barato! Muita chuva. Cheguei à Praça Quinze por volta de uma da tarde. Acho que a galera já estava pra lá de chapada. Mas ainda tinha muita família com crianças, brincando, curtindo.
Mas não demorei muito por ali. A intenção era ir ver os carros alegóricos na Presidente Vargas. Mas o registro foi feito. Como boa adoradora da história.
Incrível como às vezes o patético se torna engraçado. Na volta da Presidente Vargas, a Praça Quinze já estava quase vazia. Isto era por volta das seis da tarde. Uma mistura de urina, cachaça muita sujeira faziam o cenário daquele lugar. Pra quem conhece, imagina aquele chão encharcado pela chuva mistura com o papel dos confetes, fazendo uma lama espessa. Já entrando os garis tentando tirar pelo menos o excesso daquilo tudo. Passa por nós, quer dizer, eu passei correndo por eles, um casal brigando. “Sai! Me larga! Vou te dar porrada!” Dizia a mulher aos berros. Dois jovens com cara de estudantes, bom, não sei como cheguei a esta conclusão, brigavam. Ambos totalmente no mais completo fogo. “Pode me dar porrada! Mas eu te amo!” Dizia o rapaz. Lindo! Bebida, amor (?), e chuva. Uma mistura patética e por que não cômica de um final de dia de carnaval?
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