Quem sou eu

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Campos dos Goytacazes, RJ, Brazil
Sou uma pessoa não exatamente normal. Afinal, ninguém é. Não é? Bem vindos, meus caros. Não sei se este espaço será aproveitado devidamente, como colegas verdadeiramente feras e donos de uma intelectualidade fantástica o fazem. Enfim, vou trazer um pouco do dia-a-dia, do cotidiano, tanto meu, como do espaço em que vivo. Curtam! (espero)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Para se programar...

Recebi este e-mail da professora Sylvia Paes. Bem interessante...

ATENÇÃO!2009 SERÁ UM ANO MUITO CANSATIVO.

Programe-se desde já !
Feriados 2009 - Brasil

01/01/09 quinta-feira Confraternização Universal

20/01/09 terça-feira São Sebastião (RJ)

23/02/09 segunda-feira Carnaval

24/02/09 terça-feira Carnaval

10/04/09 sexta-feira Paixão de Cristo

21/04/09 terça-feira Tiradentes

01/05/09 sexta-feira Dia do Trabalho

11/06/09 quinta-feira Corpus Christi

09/07/09 quinta-feira Revolução Constitucionalista (SP)

07/09/09 segunda-feira Independência do Brasil

12/10/09 segunda-feira Nossa Sra Aparecida - Padroeira do Brasil

02/11/09 segunda-feira Finados

15/11/09 domingo Proclamação da República

20/11/09 sexta-feira Zumbi/Consciênciência Negra

25/12/09 sexta-feira Natal

Ao todo serão:

8 Feriados na Seg/Sex

5 Feriados na Ter/Qui

Total: 13 Feriados (em dias úteis)

Se somarmos aos feriados (sábados/domingos e enforcarmos quando cair na ter/qui, teremos 44 dias de feriadões!)

O ano tem 365 dias, são 52 semanas, portanto 104 dias de descanso, você tem mais 30 dias de férias, são 13 feriados em 2009, "enforcando" somamos mais 5 dias, assim iremos trabalhar somente:

365 - (104+30+13+05) = 213 dias

Isso significa que trabalharemos só 58,35% do ano, ou 1.704 horas das 8.760 horas que tem 01 ano, ou seja nós trabalhamos somente 19,45% das horas do ano.

"Garera" bonita!!!!!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Só rindo.....

Numa cidade como Campos dos Goytacazes, só rindo pra não chorar. Não quero ficar aqui, repetindo a fala de tantos outros. Mas, caramba! Que toda essa situação já passou da conta, nínguém nega!
Então pra alegrar, vamos lá!

RACIOCÍNIO RÁPIDO DE UM CORNO INTELIGENTE

> O indivíduo chega de surpresa e surpreende a mulher em sua
> cama com outro.
> Tirou o revólver da cintura, tomando cuidado para não ser
> percebido pelos
> dois, armou o gatilho e já ia se preparando para meter
> bala neles quando
> parou para pensar.
> Foi se lembrando de como a sua vida de casado havia
> melhorado nos últimos tempos.
> A esposa já não pedia dinheiro pra comprar carne, aliás,
> nem para comprar
> vestidos, jóias e sapatos, apesar de todos os dias
> aparecer com um vestido novo, uma jóia nova ou uma
> sandalinha da moda.
> Os meninos mudaram da escola pública do bairro para um
> cursinho super
> chique.
> Sem contar que a mulher trocou de carro, apesar de ele
> estar a quatro anos
> sem aumento e ter cortado a mesada dela.
> O supermercado, então, nem se fala, eles nunca tiveram
> tanta fartura
> quanto nos últimos meses.
> E as contas de luz, água, telefone, internet, celular e
> cartão de crédito,
> fazia tempo que ele nem ouvia falar delas.
> O caso é que a mulher dele era mesmo um aviãozinho,
> baixinha, toda gostosinha, mesmo com três filhos o tempo
> não passava pra ela.
> Coisa de louco...
> Guardou a arma na cintura, com muito cuidado para não ser
> percebido, e foi
> saindo devagar, para não atrapalhar os dois.
> 'Parou na porta da sala, refletiu um pouco e disse pra
> si mesmo:'
> - O cara paga o aluguel, o supermercado, a escola das
> crianças, as contas
> da casa, o carro, o shopping, todas as despesas e eu ainda
> vou pra cama com ela todos os dias...
> E, fechando a porta atrás de si, concluiu sorrindo:
> 'Puta que o pariu... O CORNO É ELE!!!!'
>

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

E aí?

pra começar bem o dia...

O Tempo
Mário Quintana

Com o tempo, você vai percebendo que
para ser feliz com uma outra pessoa:
Você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquela pessoa que você ama
(ou acha que ama) e que não quer nada com você,
definitivamente, não é a pessoa da sua vida.
Você aprende a gostar de você,
a cuidar de você e, principalmente,
a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas...
é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem
você estava procurando,
mas quem estava procurando por você!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

tristeza...

Dor de minh’alma. Há muito perdida e desencontrada. Que os ventos levem meus pensamentos e os dispersem em poeira jogada em algum lugar que não seja visível, perceptível tangível. E que assim eu me esqueça do quanto fui infeliz e minha alma possa enfim respirar. Doída. Mas enfim respirar. Mas que não haja sonhos, pois eles poderão ser a porta da tristeza. E em clausura meus sentimentos saibam que ainda é possível viver. Mesmo que feridos, caídos, se arrastando. Mas ainda assim viver. Como que uma loba, que após a briga, ferida, sangrando, vazia. Mas que mesmo assim junte força, se recolha, se aquiete e espere que as feridas comecem a fechar, até que consiga ficar de pé, mesmo que talvez sem todo o corpo inteiro, mas firme com o que lhe sobrou.

domingo, 6 de julho de 2008

Carta a Diana

Dorme menina. Dorme com seus sonhos. Chora agora que ninguém te ouve e ningu´´em poderá te repreender. Só a noite ouvirá. Despeja todo o sentimento, toda a raiva, todo medo, angústia, raiva... Dorme e descansa. Você tem todo o direito do mundo e mais alguma coisa.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Livro que é uma viagem

Livro que é uma viagem...
Mulheres que Correm com os Lobos: Mitos Histórias, de Clarice Pinkola Esthés

Gente,
tentei trazer a imagem, mas não consegui. Mas aqui vai a dica. Este livro é verdadeiramente uma viagem. Ele traz uma profunda análise do ser feminino. A busca pelos nossos instintos perdidos. A busca pelas nossas raízes. Enfim, na verdade a coisa parece falar tanto com você, que a sensação é de um soco na boca do estômago.

Bolsas grandes....

Caramba, se você é mulher com certeza já deve ter tido uma bolsa grande. Pois é. Eu ando de ônibus, mas tento ao máximo não bater na cabeça de ninguém com ela. E olha que é difícil, se tratando do tamanho da minha. Mas mesmo assim tento. Então gostaria de solicitar que as demais colegas, que também possuam suas "big" bolsas tenham mais cuidado. Ninguém merece levar bolsada na cabeça!!!!!

domingo, 2 de março de 2008

Ciclo da vida

Como conversar com alguém que está com um ente querido entre a vida e a morte? O que dizer? As palavras fogem. A batalha no dia-a-dia, o cuidado, o cheiro de hospital, o branco dos médicos, enfermeiras, o vai e vem que acaba ganhando um ritmo triste e melancólico. Ou as vezes, simplesmente comum. Fiquei ali parada, querendo dizer alguma coisa, mas nada saia. E ficamos só olhando o movimento. Não havia mais o que dizer...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Livros, livros e mais livros!!!

Pra quem gosta de um bom livro que mistura história romanceada com fatos históricos, deve dar uma olhada em "O prícipe maldito" da Mary Del Priori, é tudo de bom! Ela faz uma viajem, praticamente, junto com os pensamentos de Dom Pedro Augusto, o que seria o terceiro Dom Pedro na sucessão monárquica, e que acaba não sendo. Parece que você está ali no Campo de Santana, e como boa representante da plebe que sou, junto coma a galera, olhando tudo, querendo participar gritar "viva a República" e no final das contas ficando a ver navios.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Exposição Centro Cultural Banco do Brasil


Exposição LUSA

Uma coisa não se pode reclamar com relação ao Rio. Não existe este papo de não haver opção cultural e ainda por cima de graça. Fui a exposição LUSA. Artefatos, e artes que contam a história de Portugal por vestígios encontrados em toda sua extensão de séculos atrás, não sei precisar qual a peça mais antiga da exposição, mas tem peças do século I. Mostra a presença de todas as culturas que deixaram sua contribuição, por que não dizer, para nós. É incrível perceber que desde a sua formação, a península Ibérica teve uma gama imensa de outras culturas na sua formação. E, se, pararmos para pensar, somos miscigenados desde nossa origem já miscigenada. Isso é incrível. Como ainda podemos dizer que não somos um povo extremamente misturado? É tudo besteira. Não tem como negar. A história, as peças, os fatos e os artefatos estão aí pra não me deixar mentir.
Só uma coisa me deixou frustrada nesta exposição. De repente, pode ser uma característica geral destas exposições maiores. A falta de conexão da própria exposição com quem vai ali vê-la. De que forma? As explicações dadas tanto pelo monitor que, fazia a visita guiada, como pelas próprias explicações das peças em placas colocadas para darem explicação. Traziam ou, uma informação meramente técnica, ou simplesmente vazia, na maioria das vezes. Não havia uma conexão que puxasse, atraísse o visitante. Bom, pelo menos acho que deveria ser assim. Explicações técnicas são necessárias, lógico! Acho incrível uma frase, acho que é do Marc Bloch, que diz que o historiador tem ir atrás da história, dos fatos, farejando, assim como o ogro fareja o cheiro do sangue da carne. E assim tem que ser a história. E assim tem que ser quem trabalha com a história, trazer este prazer em “farejar”. Parece nojento, meio selvagem, mas o que quero dizer é que quem trabalha com a história tem quefazer com que haja a interação do público com a obra. “- Um copo de forma cilíndrica de base opaca...” Isso tudo, mas, mais: “- Este copo foi encontrado próximo a uma área onde eram feitos sacrifícios em nome de um deus...” Nem tudo tem explicação. Mas pode e tem que ter uma intertextualidade. Se não, o que me trás saber que na Alta Idade Média a religiosidade era algo imperante e determinante na estrutura e na formação das culturas que se seguiram a sua época. “Ué? O que é Idade Média?” Perguntou uma criança no colo da mãe. Ora, a mãe não sabia. E eu também não saberia se não fosse pela minha formação em história. O que me faz lembrar uma frase de um conhecido: “olhando tudo isso, pareço um burro olhando pra um palácio.” Sem conexão, não há aprendizado.

Carnaval III


Carnaval III – Bloco do Boitatá
Achei o maior barato! Muita chuva. Cheguei à Praça Quinze por volta de uma da tarde. Acho que a galera já estava pra lá de chapada. Mas ainda tinha muita família com crianças, brincando, curtindo.
Mas não demorei muito por ali. A intenção era ir ver os carros alegóricos na Presidente Vargas. Mas o registro foi feito. Como boa adoradora da história.
Incrível como às vezes o patético se torna engraçado. Na volta da Presidente Vargas, a Praça Quinze já estava quase vazia. Isto era por volta das seis da tarde. Uma mistura de urina, cachaça muita sujeira faziam o cenário daquele lugar. Pra quem conhece, imagina aquele chão encharcado pela chuva mistura com o papel dos confetes, fazendo uma lama espessa. Já entrando os garis tentando tirar pelo menos o excesso daquilo tudo. Passa por nós, quer dizer, eu passei correndo por eles, um casal brigando. “Sai! Me larga! Vou te dar porrada!” Dizia a mulher aos berros. Dois jovens com cara de estudantes, bom, não sei como cheguei a esta conclusão, brigavam. Ambos totalmente no mais completo fogo. “Pode me dar porrada! Mas eu te amo!” Dizia o rapaz. Lindo! Bebida, amor (?), e chuva. Uma mistura patética e por que não cômica de um final de dia de carnaval?

Carnaval II


Carnaval II – Centro do Rio
Sinceramente admiro muito a galera do Rio. Estive no Centro. Bem no coração. E tive a oportunidade de assistir a dois blocos. Um, o Famoso Bloco do Boitatá, e o outro um que não gravei o nome, me perdoem. Que sai da esquina da rua Presidente Vargas com a Primeiro de março. Doideira. Quando cheguei lá, a chuva tinha dado uma trégua. Mas não demorou muito pra chover novamente. Mas você pensa que a galera se importava? Não, pelo contrário. Os vendedores de capa de chuva se deram bem. Ninguém parecia se importar com aquele friozinho e aquela chuvinha caindo. Achei isso incrível. Qual a força deste fenômeno chamado carnaval?! Pra quem conhece um pouco do centro do Rio, consegue imaginar. Praticamente toda a Presidente Vargas, desde a Candelária até bem depois da Sapucaí, com duas pistas paradas. Lógico. O trânsito não parou. Havia outras pistas funcionando. E o povo atravessando sem parar. O fluxo de pessoas saindo da Central do Brasil, trem e metrô, em direção a Sapucaí era constante. Vendedores e mais vendedores. E isso ainda nem eram seis da tarde! Começava um empurra-empurra que lembrava os dias normais daquele lugar.
Na reta da Candelária, muitos mendigos deitados aproveitando a marquise de grandes bancos, trazendo para aquele lugar uma triste mistura de alegria de uns, com a miséria de outros. O que me faz questionar novamente esta força do carnaval. Como as pessoas parecem se esquecer de todas as suas mazelas. Ou vai ver que a intenção é justamente esta. Esquecer das tristezas, mas, pra tudo se acabar na quarta-feira. Lembrei-me de uma palestra que assisti na UFJF, me desculpe, esqueci o nome do palestrante também, um pernambucano brilhante, divertidíssimo que fez da explanação uma delícia. Ele, dando um de advogado do diabo, ao falar da escravidão e de como ficamos horrorizados com o que fizeram com os negros no passado, de como as pessoas podiam conviver com aquela situação, questionou: “- Será que daqui a algum tempo, quando olharem para o nosso tempo atual, não perguntarão: como aquelas pessoas podiam conviver com as mazelas da pobreza e com tantas pessoas passando fome, dormindo em marquise e com crianças cheirando cola?” Será que já estamos tão acostumados que não enxergamos algo tão simples? Nos acostumamos, assim como era com as pessoas no tempo da escravidão?
Voltando ao ambiente. Estando em frente do Campo de Santana, me lembrei do livro que acabei de ler da Mary Del Priori “O príncipe maldito”. É incrível poder estar ali e reviver mentalmente todos aqueles fatos, que foi a proclamação da República. Caramba! Um barato! Bom, pelo menos acontece comigo. Consigo imaginar tudo. Tudinho. O corre-corre, os poucos tiros que foram dados. Os republicanos achando que iriam ter alguma voz ativa. Olhei para casa de Deodoro. O imaginei na sacada, cansado já decrépito, não se agüentando. Descendo e indo a cavalo proclamar a tal República. As ruas ali do Centro, pequenas, espremidas, com seus casarões que fervilhavam dúvidas e incertezas sobre o que estava acontecendo. O príncipe Dom Pedro Augusto, que seria o terceiro a assumir a monarquia. O que não aconteceu. Seu passeio a cavalo perto da rua do Ouvidor, tentando ouvir qualquer borburinho que denunciasse o que estava acontecendo após a manhã do 15 de novembro, e o seu desespero em descobrir que era tudo verdade: a monárquica havia caído... Enfim, viajei. E a chuva caindo.

Ah! Carnaval....

Carnaval enfim. Mas, enfim, só chuva.

Meus amigos, que carnaval foi esse? Chuva, chuva e mais chuva! Bom quem pôde ficar em casa quietinho curtindo com a família, amigos, seu bofe, enfim. Se deu bem. Agora quem queria curtir uma prainha, se lascou! Bem, esse foi mais ou menos o meu caso.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Escombro

Escombro

E a estrutra estava no chão.
Ela olhou, olhou e olhou. Parecia não acreditar que aquela estrutura que parecia tão sólida, pelo menos parecia apesar de toda infiltração e pintura por fazer, estava no chão.
A princípio, ficou imóvel. Estática. Estatalada. Depois veio o não saber, a dor no coração, a incerteza, a descrença e principalmente a dúvida: e agora, o que fazer?
Decidiu, ou melhor, foi “decidida”, que deveria encarar os fatos: a estrutura estava no chão. Não havia o que fazer. Poderia sentar, chorar, se desesperar, (embora tenha feito tudo isso e mais um pouco), mas não havia muito mais coisa a fazer. “E agora?” O que vai ser? O que vai acontecer? Parecia tudo tão sem futuro, mas sabia que a estrutura também não se poria mais de pé. Não aquela. “Bom se não vai pra frente e não tem pra trás, então só tem um jeito pra você, sentar e esperar o fim”. Parecia que uma voz repetia a todo instante em sua cabeça, como se até ela estive a zombar.
Bom, parar, não podia. Seguir, estava meio sem jeito. Então o que fazer. Ah! Minha amiga. O pior é que nada. Nada pode ser feito nestas horas em que literalmente a casa cai.
O dia-a-dia foi passando. Mas os escombros ainda estavam ali. Tentou arrumar um bom pedreiro pra ver se conseguia pelo menos afastar os escombros e continuar passando por ali. Mas qual nada. Nada de pedreiro, carpinteiro, um obreiro qualquer. Parecia que até isto também lhe estava atravancado, junto com os escombros. Mas percebeu, aos poucos, que o teria que fazer.
O tempo foi passando. E justamente por causa dele, e pela decisão de não esperar sentada olhando pros escombros, foi que decidiu, e percebeu, que poderia, e deveria, mesmo que sozinha, ir tirando. Mesmo que fosse pedra por pedra, os escombros dali do seu quintal. As imagens da estrutura desabando ainda eram difíceis de serem apagadas de sua memória, e ainda o são.
Pior, do que os escombros ali sempre a olhando , foi quando se deu conta que com a sua saída, outro problema surgiu. O vazio deixado justamente por eles. E como era vazio. Parecia um infinito. O que fazer com aquele vazio? E novamente, nada fez. Agora já não tão surpreendida com estruturas “despencantes”, resolveu dar uma chance ao tempo. Que antes parecia estar, tão distante e ao mesmo tempo tão perto, e novamente o deixou agir. E está gindo até hoje. As vezes, de forma tão intensa que parece varrer a maior pedra deixada pelos já falecidos escombros. E as vezes, de forma tão ínfima, que nem muita água e vassoura , conseguiam empurrar uma simples pedrinha, que por pura teimosia, parecia não querer sair do lugar.